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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

III Congresso Brasileiro de Processamento de Frutas e Hortaliças


 
O III CBPFH (Congresso Brasileiro de Processamento de Frutas e Hortaliças) será realizado no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, Ilhéus, BA, no período de 15 a 19 de setembro de 2013, com o tema Frutas e Hortaliças: Tecnologia, Sustentabilidade e Saúde. O evento proporcionará debates, discussões e o intercâmbio de informações acerca de tecnologias inovadoras no Processamento de Frutas e Hortaliças. É uma oportunidade de encontro e troca de experiências entre profissionais das diversas áreas ligadas ao setor de agroindústria. O evento contará também com uma diversificada exposição de produtos e maquinários da Agroindústria de frutas e hortaliças.

I Seminário sobre Incubadoras de Base Tecnológicado Sul da Bahia & II Encontro dos Egressos de Economia da UESC

 
O NIT/UESC (Núcleo de Inovação Tecnológica), o PAECE/UESC(Programa de Apoio aos Egressos de Economia) e o CEPEDI (Centro dePesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletroeletrônica deIlhéus) apresentam o “I Seminário sobre Incubadoras de Base Tecnológicado Sul da Bahia & II Encontro dos Egressos de Economia da UESC”, queocorrerá no campus da Universidade Estadual de Santa Cruz/UESC, nos dias 26 e 27 de novembro no auditório Paulo Souto.

 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

6º Simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável


 Desde 2003 ocorre, a cada dois anos, o Simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, alternadamente, em ambos os países. Após o sucesso das edições dos Simpósios já realizados, em 2003 em Tübingen, 2005 em Santa Maria e Santa Cruz do Sul - RS, 2007 em Freiburg, 2009 em Curitiba - PR, 2011 em Stuttgart, e o próximo em 2013 será na região Amazônica, na cidade de Santarém, Estado do Pará, Brasil.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

 
 
O V SEMEIA - Seminário em Estudos de Impactos Ambientais, cujo tema central é “Resíduos Sólidos”, tem como proposta contribuir na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) na região Sul e Sudoeste da Bahia, áreas de influência da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), respectivamente, abordando de forma multidisciplinar os aspectos legais, sociais, econômicos, ambientais e institucionais envolvidos na problemática do gerenciamento dos resíduos sólidos.
Trata-se de um evento de caráter técnico-científico e educacional, tendo como objetivo principal motivar o intercâmbio entre discentes, docentes, profissionais liberais e gestores públicos que atuam na área de gestão municipal, gestão de resíduos sólidos e tecnologias, fomentando a integração de ações de ensino de graduação e de pós-graduação com a extensão, possibilitando um ambiente favorável ao diálogo, ao debate e a educação informal entre os diferentes atores sociais.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

III Congresso Brasileiro do Cacau - Inovação Tecnológica e Sustentabilidade.

 
As inovações do III Congresso Brasileiro do Cacau que será realizado de 11 a 14 de novembro no Centro de Convenções em Ilhéus, não se restringem a área tecnológica e sustentabilidade como sugere o próprio tema. “Inova também na forma de apresentação dos trabalhos”, declarou o pesquisador da Ceplac, George Sodré, um dos coordenadores do evento e responsável pela triagem dos trabalhos técnicos que serão apresentados. George Sodré explica que durante os congressos é muito comum a apresentação na forma tradicional de resumo, seja ele resumo simples ou expandido. “Este ano nós estamos inovando com um resumo simples em que o autor apresenta seu trabalho em forma de mini banner. O que é o mini banner? É um banner comum como aquele que iria ser apresentado, só que vem pra nós no formato PowerPoint e tamanho A4 que após salvo em pdf é editado em um livro de banner. Dessa forma, não teremos aqueles momentos em que uma pessoa fica ao lado de um banner esperando para ser arguido pelos participantes”.
Ele informa ainda, que no dia do evento, o participante receberá na recepção um livro com todos os mini banners inscritos e escolhe aqueles que ele acha mais interessante e durante o evento ele agenda através da internet, telefone celular, facebook, ou qualquer outro meio de comunicação, um momento com o pesquisador. “Nesse contato, apenas os dois conversam e com isso ganhamos tempo e dinamizamos o Congresso e evitamos os gastos com muitos banners. Queremos que os participantes troquem informações em contato direto com o pesquisador”
 
Os trabalhos aceito já estão disponíveis para visualização.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Curso de Qualificação


Estão abertas até o dia 25 de Setembro as pré-matrículas para os cursos de qualificação profissional do PRONATEC. Os cursos serão realizados na cidade de Ilhéus, Itabuna e no Campus do IFBA e possuem carga horária de 180 a 220 horas.
As pré-matrículas podem ser feitas nas secretarias de Assistência Social dos municípios no horário de funcionamento das mesmas. As vagas são limitadas. É necessário apresentar os seguintes documentos (cópia e original):
  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • NIS/PIS/PASEP;
  • Comprovante de escolaridade.
Obs.: Será aceita apenas uma pré-matrícula por curso.
Depois de feita a pré-matrícula, a partir do dia 01 de Outubro o titular deverá retornar ao seu local de inscrição para pegar o comprovante de matrícula definitivo e informações sobre o início da aulas.

Sobre o PRONATEC

O PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) é um programa do Ministério da Educação e Cultura financiado pelo FNDE (Fundo Nacional de Educação Básica) que visa à Formação Inicial e Continuada do indivíduo com a finalidade de qualificá-lo para uma profissão e para o emprego. Os alunos que forem confirmadas a inscrição em um dos cursos propostos receberão uma bolsa mensal para custear transporte e alimentação.


domingo, 23 de setembro de 2012

Colóquio Internacional 100 anos de Jorge Amado: História, Literatura e Cultura




Colóquio Internacional 100 anos de Jorge Amado: História, Literatura e Cultura, nela você terá acesso direto às principais notícias e informações da primeira edição do evento, que ocorrerá no período de 24 a 26 de setembro de 2012, nas dependências da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, localizada em Ilhéus-Bahia, região de nascimento do nosso homenageado.Trata-se de uma ação proposta e organizada, conjuntamente, pelo Grupo de Pesquisa do Atlântico e da Diáspora Africana - UESC; Mestrado em Letras Linguagens e Representações - UESC; Grupo de Pesquisa Interinstitucional Estudos Culturais e Literaturas Lusófonas; Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias – Universidade de Lisboa.


VII Sober Nordeste

A Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), sediada em Brasília, sem fins lucrativos, fundada em 19 de fevereiro de 1959, é uma entidade de caráter científico-cultural, com o propósito de promover o intercâmbio entre os estudiosos dos problemas econômicos e sociais da agricultura, através do estímulo à pesquisa e da promoção de encontros, reuniões e debates de temas centrais do desenvolvimento da agricultura do Brasil.

O congresso SOBER NORDESTE acontece a cada ano em uma instituição localizada na região nordeste do Brasil desde 2006 tendo como objetivo geral discutir temas relevantes da agricultura e do agronegócio e contribuir para o desenvolvimento do setor rural do país.

O evento consolida sua importância com a realização da sua sétima edição, na qual, serão discutidos temas como: política agrícola; geração e transferência de tecnologia; meio ambiente; pobreza rural; educação no campo; reforma agrária; novas experiências de desenvolvimento; institucionalidade na agricultura; agroenergia; negociações internacionais; biotecnologia; organização dos produtores; conjuntura da agricultura.

O encontro Regional da SOBER Nordeste de 2012 será realizado na cidade de Ilhéus, BA, na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e está sendo organizado pelo departamento de Ciências Econômicas da instituição. O mesmo acontecerá de 3 a 5 de outubro de 2012. Terá como tema central “Políticas Públicas, Agricultura e Meio Ambiente”, tendo como público alvo: professores, pesquisadores, estudantes e profissionais técnicos, movimentos sociais e empresários vinculados às áreas das ciências sociais aplicadas e ciências humanas com temas sobre o meio rural e o agronegócio.

Os temas discutidos em torno da temática geral do evento serão: agricultura na América Latina; políticas públicas e meio ambiente; novos caminhos para a agricultura no nordeste; Porto sul: impacto econômicos, ambientais e sociais; e desenvolvimento, agricultura e meio ambiente no século XXI.

Seminário: Sustentabilidade, Desenvolvimento Regional e Recursos Naturais.

Seminário: Sustentabilidade, Desenvolvimento Regional e Recursos Naturais

Instituto Federal da Bahia (IFBA) convida profissionais, pesquisadores e professores de diferentes áreas do conhecimento, estudantes de graduação ou pós-graduação a participarem do Seminário: Sustentabilidade, Desenvolvimento Regional e Recursos Naturais.
O evento tem como objetivo proporcionar o debate sobre as relações entre sustentabilidade, desenvolvimento regional e recursos naturais, evidenciando limites e possibilidades do desenvolvimento ambientalmente responsável. Para tanto, o evento contará com a realização de palestras, mesas redondas e, sobretudo, apresentação de trabalhos nas modalidades de comunicações orais e pôsteres. Dentre as palestras previstas estão a de pesquisadores do Centro de Desenvolvimento sustentável da UNB, da Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia, do Projeto Baía de Todos os Santos, dentre outros.
O seminário ocorrerá entre os dias 29 e 31 de outubro de 2012, no Auditório do Campus Salvador do IFBA, no bairro do Barbalho, em Salvador, Bahia. O evento é fruto da parceria de pesquisadores do IFBA, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) para o desenvolvimento de estudos sobre as relações entre sustentabilidade, desenvolvimento local e recursos naturais. Tem o apoio do Doutorado Multidisciplinar e Multiinstitucional em Difusão do Conhecimento.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Desenvolvimento sustentável: crítica ao modelo padrão

Os documentos oficiais da ONU e também o atual rascunho para a Rio+20 encamparam o modelo padrão de desenvolvimento sustentável: deve ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. É o famoso tripé chamado de Triple Botton Line (a linha das três pilastras), criado em 1990 pelo britânico John Elkington, fundador da ONG SustainAbility. Este modelo não resiste a uma crítica séria. Desenvolvimento economicamente viável – Na linguagem política dos governos e das empresas, desenvolvimento equivale ao Produto Interno Bruto (PIB). Ai da empresa e do país que não ostentem taxas positivas de crescimento anuais! Entram em crise ou em recessão com consequente diminuição do consumo e geração de desemprego. No mundo dos negócios, o negócio é ganhar dinheiro, com o menor investimento possível, com a máxima rentabilidade possível, com a concorrência mais forte possível e no menor tempo possível. Quando falamos aqui de desenvolvimento não é qualquer um, mas o realmente existente que é aquele industrialista/capitalista/consumista. Este é antropocêntrico, contraditório e equivocado. Explico-me. É antropocêntrico, pois está centrado somente no ser humano, como se não existisse a comunidade de vida (flora e fauna e outros organismos vivos), que também precisa da biosfera e demanda igualmente sustentabilidade. É contraditório, pois desenvolvimento e sustentabilidade obedecem a lógicas que se contrapõem. O desenvolvimento realmente existente é linear, crescente, explora a natureza e privilegia a acumulação privada. É a economia política de viés capitalista. A categoria sustentabilidade, ao contrário, provém das ciências da vida e da ecologia, cuja lógica é circular e includente. Representa a tendência dos ecossisstemas ao equilíbrio dinâmico, à interdependência e à cooperação de todos com todos. Como se depreende, são lógicas que se autonegam: uma privilegia o indivíduo, a outra o coletivo, uma enfatiza a competição, a outra a cooperação, uma a evolução do mais apto, a outra a coevolução de todos interconectados. É equivocado, porque alega que a pobreza é causa da degradação ecológica. Portanto, quanto menos pobreza, mais desenvolvimento sustentável haveria e menos degradação, o que é equivocado. Analisando, porém, criticamente, as causas reais da pobreza e da degradação da natureza, vê-se que resultam, não exclusiva, mas principalmente, do tipo de desenvolvimento praticado. É ele que produz degradação, pois dilapida a natureza, paga baixos salários e gera assim pobreza. A expressão desenvolvimento sustentável representa uma armadilha do sistema imperante: assume os termos da ecologia (sustentabilidade) para esvaziá-los. Assume o ideal da economia (crescimento), mascarando a pobreza que ele mesmo produz. Socialmente justo – Se há uma coisa que o atual desenvolvimento industrial/capitalista não pode dizer de si mesmo é que seja socialmente justo. Se assim fosse não haveria 1,4 bilhão de famintos no mundo e a maioria das nações na pobreza. Fiquemos apenas com o caso do Brasil. O Atlas Social do Brasil de 2010 (Ipea) refere que cinco mil famílias controlam 46% do PIB. O governo repassa anualmente R$ 125 bilhões para o sistema financeiro para pagar com juros os empréstimos feitos e aplica apenas R$ 40 bilhões para os programas sociais que beneficiam as grandes maiorias pobres. Tudo isto denuncia a falsidade da retórica de um desenvolvimento socialmente justo, impossível dentro do atual paradigma econômico. Ambientalmente correto – O atual tipo de desenvolvimento se faz movendo uma guerra irrefreável contra Gaia, arrancando dela tudo o que lhe for útil e objeto de lucro, especialmente para aquelas minorias que controlam o processo. Em menos de quarenta anos, segundo o Índice Planeta Vivo da ONU (2010), a biodiversidade global sofreu uma queda de 30%. Apenas de 1998 para cá, houve um salto de 35% nas emissões de gases de efeito estufa. Ao invés de falarmos nos limites do crescimento, melhor faríamos se falássemos nos limites da agressão à Terra. Em conclusão, o modelo padrão de desenvolvimento que se quer sustentável, é retórico. Aqui e acolá se verificam avanços na produção de baixo carbono, na utilização de energias alternativas, no reflorestamento de regiões degradadas e na criação de melhores sumidouros de dejetos. Mas reparemos bem: tudo é realizado desde que não se afetem os lucros, nem se enfraqueça a competição. Aqui a utilização da expressão “desenvolvimento sustentável” possui uma significação política importante: representa uma maneira hábil de desviar a atenção para a mudança necessária de paradigma econômico se quisermos uma real sustentabilidade. Dentro do atual, a sustentabilidade é, ou localizada, ou inexistente. * Leonardo Boff é autor do livro Sustentabilidade: o que é e o que não é, a ser lançado em fins de janeiro de 2012 pela Editora Vozes.

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